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"Eu estou apaixonado pela possibilidade de congelar momentos."

Gabriel QUINTÃO

Nascido em 1984 em Araraquara (SP), onde se formou em jornalismo pelo Centro Universitário de Araraquara em 2008, Gabriel começou a fazer seus trabalhos fotográficos há nove anos, se afastando da direção de arte, ofício que ocupava até então. A paixão pela possibilidade de congelar momentos o impulsionou a mudar para São Paulo em 2010 para estudar fotografia na Escola Panamericana de Artes. Atualmente, Quintão atua na capital como fotógrafo nas áreas de retrato, fotojornalismo e publicidade. Em 2011, originou-se a seu primeiro projeto autoral publicado intitulado "Linha de Frente". A série de 18 imagens mostra de forma impressionante o aperto vivido por fãs que escolhem lutar pela primeira fila em shows de rock. O trabalho foi desenvolvido durante a cobertura de festivais para o Portal Vírgula e foi exposto no espaço cultural Red Bull Station (SP) em julho de 2014. Posteriormente, ganhou ainda destaque internacional no site da CNN e em uma série de outras publicações. Em 2014, Gabriel teve outro projeto autoral exibido no Museu da Imagem e do Som - MIS. O "Cinzas de Quarta" - projeto de 15 fotos - mostra alegorias usadas por escolas de samba e que, depois do espetáculo de carnaval, ficam abandonadas na zona norte de São Paulo. Expostas à chuva e ao sol, as alegorias que foram tratadas com todo cuidado até serem o centro das atenções no sambódromo ali se apresentam esquecidas e empilhadas em meio a outras sobras do último desfile. Em 2011 originou-se o seu primeiro projeto autoral publicado, chamado “Linha de Frente”. A série de 18 imagens mostra de forma impressionante o aperto vivido por fãs que escolhem lutar pela primeira fila de shows de rock. O trabalho, que foi desenvolvido durante a cobertura de festivais para o Portal Virgula, foi exposto no espaço cultural Red Bull Station (SP) em julho de 2014 e posteriormente ganhou destaque internacional no site da CNN e uma série de outras publicações. Em 2014 Gabriel teve outro projeto autoral exibido no Museu da Imagem e do Som – MIS. O “Cinzas de Quarta” mostra alegorias usadas por escolas de samba que ficam abandonadas na zona norte de São Paulo. Expostas à chuva e ao sol, as alegorias que foram tratadas com todo cuidado até serem o centro das atenções no carnaval, são esquecidas e empilhadas depois deste momento de contemplação. O projeto de 15 fotos aborda alegorias que representaram vida no sambódromo e agora se decompõem em meio a outras sobras do último desfile.

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